terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Eu a as Artes

O contato com o belo inicia com o meu pai através da música e da dança, do clássico ao popular, meu pai ensinou-me a apreciar os arranjos e as  notas musicais, a poesia presente na letras e nas melodias. A medida que vou crescendo, tive a oportunidade de desenvolver algumas habilidades no campo dos "trabalhos manuais",o bordado "rococó", em camisolas e roupas de bebês (a dos meus irmão menores e ajudando a minha mãe a ganhar algum dinheiro para ajudar nas despesas). Bordar no bastidor, não gostei,o tamanho dos pontos tinham que ser iguais, minha mãe é perfeccionista. Corte e costura também fez parte do meu processo de transformação de objetos isolados em peças únicas. Hoje após alguns anos aprendizado acredito que cada peça que construímos é única, pois a cada processo de construção aperfeiçoamos nossas habilidades, nossos conhecimentos e atitudes, afinal a reflexão sobre o que fazemos é o que faz que cada momento seja único. Com o tempo a pintura em tecido (panos de prato, principalmente)em casa e na escola, "no ginásio" o croché e o trico. Mais tarde alguns ensaios na pintura a óleo. O cinema e os Musicais, algumas de minhas paixões. Quando criança queria dançar como Fred Astair e ser como Gilda, a personagem de Rita Hayworth. Lindo... As chanchadas de Oscarito e Grande Otelo, quantas gargalhadas. Nesta época já tínhamos a televisão em casa, preto e branco. Os desenhos da Disney... Os filmes 3D... A fotografia é algo fantástico, eterniza momentos, conta histórias. Com o advento da máquina digital ficou mais fácil fotografar,contudo há técnicas a aprender, aspectos sobre a luz e sombra devem ser conhecidos para se ter uma boa fotografia. E agora, em tempos de objetos digitais  fotografar  fica cada vez mais fácil, há muitos recursos, há muito que aprender sobre as tecnologias de informação e comunicação, as TICs. Podemos criar painéis fantásticos. Fico pensando quantas coisas ainda posso fazer, criar, e ai penso: -  será que o céu  é o limite?